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Artigos por Dr. Daniel Valpaços

Fruto da crise e da promoção de hábitos de vida saudável, nos últimos anos tornou-se um fenómeno de moda a corrida ao ar livre.

Entre a liberdade de praticar onde e quando se quer, os benefícios físicos e mentais, único pormenor nefasto : a corrida é mais que sujeita à lesões. Os diferentes estudos sobre a modalidade revelam que cerca de 80% dos “runners” se lesionam durante o ano, não sendo um motivo para banir a sua corrida regular.

Monitoriza-se todos os seus desempenhos na aplicação do seu smartfone, investiu numa sapatilhas sofisticadas e coloridas, o seu vestuário desportivo regula a sua temperatura corporal, contudo a maioria das lesões esta relacionada com o cansaço muscular, tendinoso e articular. Eis um breve panorama no horizonte das mais frequentes lesões e da sua prevenção.

O síndrome femoro-rotuliano : capa de jornais pelo nosso Cr7 no mundial do Brasil em 2014 identifica-se como uma dor localizada à circunferência da rotula ou patella na parte anterior do joelho, isso de forma aguda e quase permanente.
Particularidade desta patologia, os primeiros sinais clínicos manifestam-se apôs o esforço, durante a fase de repouso. Contudo a cronicidade intensifica a sintomatologia e surge durante a actividade. Este síndrome esta relacionado com a hiper solicitação da articulação e com os impactos repetitivos ao solo. Numa 1° fase é obviamente recomendado a diminuição de esforço que pode ser associado à implementação de strapping, anti-inflamatórios, analgésicos. De um ponto de vista osteopático, existe um leque de causas possíveis: desde a dissimetria do membro inferior, a diminuição de mobilidade da articulação tíbiotársica, desequilíbrio do tonus muscular ...
A lesão do tendão de Aquiles : numerosos fatores podem afectar a extensão ou distensão deste tendão situado na parte posterior do tornozelo. Começando pelos quilómetros infligidos, uma calçado inadequado, passando pelo piso de corrida e pela musculatura insuficiente. Nao obstante que uma disfunção músculo-esquelética à distancia ou localmente pode vir à ser a origem de uma lesão de Aquiles. De facto o equilíbrio do pé deve-se à repartição das forças exercidas pelo corpo e pelo solo seguindo as linhas de gravidade do nosso organismo. Aula de biomecânica à parte, um desequilíbrio das cadeias musculares e/ou articulares perturba o alinhamento e desempenho do tendão de Aquiles. Opção sensata :
 A fascite plantar : ou demoninada de aponevrosite é u é uma afecção do pé causada pelo estiramento ou pela ruptura da fascia plantar, membrana fibrosa que vai do osso do calcanhar  até à base dos dedos do pé. Essa membrana consiste, de certa forma, num suporte, numa almofada para o pé. Mais uma vez, o excesso de esforço ou as sapatilhas são uma das principais causas. Os alongamentos, o gelo, o auxilio da podologia, a reorganização do sistema articular são os melhores aliados para tratar esta inflamação da fascia.

Nota : A Osteopatia não se substitui à consulta do seu médico e ao uso de medicamentos

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